A Justiça se Transformou no Escudo da Impunidade.
Passou da hora de o país resgatar sua dignidade institucional e punir, sem distinção, aqueles que operam nas sombras contra o bem comum.
Vicente Lino.
Política e Economia
Passou da hora de o país resgatar sua dignidade institucional e punir, sem distinção, aqueles que operam nas sombras contra o bem comum.
Vicente Lino.
A Fraude nas Eleições de 2022 e o 08/01/23
Jenyberto Pizzotti.
O Brasil vive hoje dentro de uma grande mentira, dentro de um universo fictício construído através de uma narrativa falsa, de mentiras aceitas por todos como verdades absolutas.
Em 8 de janeiro de 2023 não existiu absolutamente nenhum
"Ato Golpista" contra o "Estado Democrático de Direito" e
contra a "Democracia".
Nessa data, o que ocorreu em Brasília, a capital do Brasil,
foi uma revolta popular seguida de invasão de prédios públicos com atos de
vandalismo e destruição do patrimônio público.
Não houve absolutamente nenhum atentado ao "Estado
Democrático de Direito" ou a "Democracia" pelo simples fato de
que no Brasil não existe Estado Democrático de Direito e nem Democracia.
Estado Democrático de Direito pressupõe a liberdade e
independência total entre os Poderes e, sobretudo, o respeito e o cumprimento
das Leis e da Constituição de um país.
No Brasil não existe liberdade e independência entre os
Poderes, como também não existe o estrito respeito e cumprimento das Leis e da
Constituição, Leis e Constituição essas que são interpretadas conforme suas
conveniências político ideológicas por uma Suprema Corte dominada por um falso
juiz com indícios de paranóia e psicopatia.
Assim, os Poderes da República (Executivo, Legislativo e
Judiciário) e a Suprema Corte do país, hoje estão todos corrompidos,
prostituídos e aparelhados por uma
narcoditadura que, através de uma sequência de golpes tomou o Poder no Brasil e
sequestrou, aterrorizou e dominou toda uma Nação, portando não existe Estado
Democrático de Direito.
Tampouco existe no Brasil a Democracia. A Democracia só
existe quanto a Minoria reconhece e aceita a vontade da Maioria e, no caso da
Democracia essa vontade é expressa através de votos (eleições) com contagem
aberta, visível e pública, para que não reste nenhuma dúvida sobre a vontade e
decisão da maioria. É simples assim, e isso desde os gregos.
As Eleições de 2022 no Brasil foram fraudadas desde que,
através de violações nas Leis e na Constituição, ministros da Suprema Corte
soltaram Lula da cadeia, desde que desmereceram, desqualificaram e
imobilizaram um dos melhores juizes do
mundo (Sérgio Moro), desde que acabaram com a Operação Lava Jato e com seus
heroicos e corajosos promotores do Ministério Público e agentes da Polícia
Federal, dominaram STF, STE, PF, MPF, OAB, ABI, Meios de Comunicação,
Jornalistas, Deputados e Senadores, forçaram e impuseram Pesquisas de Opinião
falsas, e eleições fraudadas através de urnas eletrônicas e contagem de votos
(SISTOT) impossíveis de auditar antes, durante e após as eleições (quantas
denúncias, provas de fraudes, relatórios técnicos e artigos foram apresentados
e sistematicamente, criminosamente e histericamente rejeitados pelo STF e TSE).
No Brasil se aceitaram mentiras como verdade absolutas e
incontestáveis, se justificou o injustificável, e se racionalizou o irracional.
A realidade é que o Brasil vive hoje um pesadelo, algo
bizarro, surrealista (nem Salvador Dali entenderia), algo Antropofágico e Sado Masoquista, uma mistura
entre a história de Hans Christian Andersen em “A Nova Roupa do Imperador” (O
Rei está Nú), o conto de "O Flautista de Hamelin", dos irmãos Jacob e
Wilhelm Grimm, e "Alice no País das Maravilhas" de Lewis Carrol
(pseudônimo de Charles Lutwidge Dodgson).
Mas talvez eu tenha sido otimista demais nesse final de
artigo citando "Alice no País das Maravilhas", talvez estamos mais
próximos de um "Admirável Mundo Novo" de Aldous Huxley ou de um
"1984" de George Orwell, afinal estamos falando em uma Ditadura e do
"Grande Irmão" (um advogado travestido de juiz da Suprema Corte ?).
Então, reafirmo aqui, com base no exposto acima, de que no
Brasil não houve absolutamente nenhum "ato golpista", ou atentado ao
"Estado Democrático de Direito", ou a "Democracia" pelo
simples fato de que no Brasil não existe Estado Democrático de Direito e nem
Democracia.
Um Golpe de Estado real e verdadeiro se caracteriza por
diversas situações reconhecidas internacionalmente, e que em absoluto não se
enquadram ao ocorrido em 08 de janeiro de 2023 em Brasília.
O que existe na verdade, e essa é a Realidade, são Poderes
da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), a Suprema Corte do país, os
Meios de Comunicação, assim como autoridades e instituições (inclusive as
Forças Armadas) todos corrompidos, prostituídos e aparelhados por corruptos criminosos e uma
narcoditadura que, através de uma sequência de golpes tomou o Poder no Brasil e
sequestrou, aterrorizou e dominou toda uma Nação.
Jenyberto Pizzotti
1- Creio ser importante informar aos meus leitores, que sou
o pioneiro (eu escrevi o pioneiro) no Brasil (1976) na realização de Pesquisas
de Mercado e Opinião Pública como ferramenta de Análise e Planejamento
Estratégico de Marketing Político (numa época que a palavra Marketing Político
ainda não existia), e tendo também formação na área da Informática, entre
outras áreas. Dessa forma, com humildade, mas da altura do meu conhecimento,
experiência, e de minha responsabilidade, venho apresentando, durante anos,
através de inúmeros artigos, informações, e alertas.
2 - SOBRE O SISTEMA DE ELEITORAL NO BRASIL, URNAS ELETRÔNICAS,
FRAUDE ELEITORAL EM 2022.
Para os interessados em se aprofundarem nessa questão,
alguns desses meus artigos, esclarecem a realidade (obviamente, hoje disponho
de maiores informações).
A NAÇÃO QUE ACEITOU UM GOLPE DE ESTADO SEM REAGIR
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=3442878766041478&id=100009581645507&mibextid=Nif5oz
O REI ESTÁ NÚ!
VOCÊS NÃO CONSEGUEM VER?
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=3618074611855225&id=100009581645507&mibextid=Nif5oz
AS URNAS ELETRÔNICAS FRAUDADAS
https://www.facebook.com/100009581645507/posts/2097156180613750/
AS PESQUISAS POLÍTICAS E AS VERDADES ABSOLUTAS
https://www.facebook.com/100009581645507/posts/2097203167275718/
A ILUSÃO DO "VOTO IMPRESSO" COM URNAS ELETRÔNICAS
https://www.facebook.com/100009581645507/posts/2919685855027441/
BRASIL: ONDE A FALTA DE INTELIGÊNCIA E A INCOMPREENSÃO DAS
COISAS FAZEM O POVO SAIR DO NADA PARA CHEGAR A LUGAR NENHUM
https://www.facebook.com/100009581645507/posts/2929080780754615/
COMO REALIZAR ELEIÇÕES HONESTAS? O VOTO IMPRESSO GARANTE AS ELEIÇÕES?
QUAL A SOLUÇÃO?
https://www.facebook.com/100009581645507/posts/2927618197567540/
Luciano Trigo
"O Estado de S. Paulo"
“O Supremo
Tribunal Federal (STF) consolidou, desde 2019, um repertório de termos que
ganharam centralidade no debate público: "fake news", "milícias
digitais", "desordem informacional", "notícias
fraudulentas", "atos antidemocráticos", "ameaça à democracia",
"fatos sabidamente inverídicos", entre outros. São expressões
elásticas, usadas em decisões e manifestações oficiais para tratar de condutas
sem definição jurídica precisa.
Um artigo
publicado em abril deste ano na revista acadêmica Direito e Linguagem define
essas expressões como "coringas semânticos", "capazes de
justificar qualquer suspensão de garantias, desde que inseridos no contexto de
autopreservação da democracia".
Por trás
desse problema está, segundo os autores, o paradigma filosófico da consciência,
que coloca "a experiência interior do intérprete como centro da
significação jurídica" – isto é, as palavras assumem o significado que o
juiz considerar mais adequado.
"O
problema da filosofia da consciência, que é cartesiana, é acreditar que o
sujeito pode se tornar senhor dos sentidos do mundo", explica Chemim, em
entrevista à Gazeta do Povo. "É o pior modelo de base filosófica para se
construir o direito – e, no entanto, é o que tem norteado o Direito brasileiro
há muito tempo."
Chemim
explica as origens dessa visão subjetivista do significado das leis. De acordo
com ele, o modelo de interpretação judicial hoje dominante no Brasil tem raízes
na chamada "escola do direito livre", que legitima decisões baseadas
em visões pessoais de justiça, e foi reforçado nos anos 1980 e 1990 pela
difusão do "direito alternativo", de base marxista, segundo o qual o
juiz pode ignorar a lei sempre que ela contrariar seu ideal de mundo.
Essa prática
– adotada por ministros do STF formados nesse ambiente – revela, segundo
Chemim, uma adesão à filosofia da consciência, centrada na vontade subjetiva do
intérprete. Para ele, essa noção precisa ser substituída por uma filosofia da
linguagem, que imponha limites objetivos ao sentido das palavras da lei, para
impedir decisões arbitrárias.
"Os
ministros de hoje são fruto daquela época [final do século 20]. Alguns davam
aula já naquele momento histórico, outros estavam assistindo às aulas. Saíram
da faculdade ou construíram a sua carreira acadêmica acreditando nestas ideias,
como a de que o bom jurista é aquele que, toda vez que encontra o Direito
colidindo com o seu ideal de justiça, faz justiça. O problema é que você tem 11
juízes ministros do Supremo fazendo justiça, cada um com seu modo de enxergar o
mundo. Só que o Direito não pode ser isso."
Na própria
instauração do inquérito das fake news em 2019, o então presidente da Corte,
Dias Toffoli, introduziu expressões vagas que abriam brecha para interpretações
elásticas. O pretexto para a abertura do inquérito de ofício foi "a
existência de notícias fraudulentas, conhecidas como fake news, denunciações
caluniosas, ameaças e infrações revestidas de animus calumniandi, diffamandi e
injuriandi, que atingem a honorabilidade e a segurança do Supremo Tribunal
Federal".
Chemim não
descarta a possibilidade de que existissem, de fato, crimes contra a honra de
ministros, mas ressalta que, nesse caso, a resposta legal prevista não passaria
pelo STF, mas sim por um processo na primeira instância relacionado a crimes
contra a honra. "A solução disso existia, e não era no Supremo. Era no
juiz de primeiro grau. Mas os ministros fizeram um esforço gigantesco para dar
um ar de legitimidade àquilo, com uma retórica assustadora", afirma.
Para ele,
essa falta de objetividade destrói a confiança, que é "a cola de uma
sociedade democrática". "Os próprios ministros tinham que ter o
cuidado de saber que, quando eles extrapolam os limites hermenêuticos,
historicamente consolidados, de regras e garantias constitucionais – como têm
feito sistematicamente de 2019 para cá –, eles esgarçam o processo democrático.
Eles contribuem para aumento de desconfiança institucional."
Linguagem da
doutrina do Direito também é manipulada para justificar arbitrariedades
O uso
estratégico da linguagem não se limita às expressões criadas para nomear
condutas. Conceitos da própria doutrina jurídica também têm sido distorcidos
para legitimar práticas de exceção e proteger decisões dos ministros.
Um exemplo
disso, segundo Chemim, é a apropriação do conceito de "democracia
defensiva", que tem sido usado para justificar censuras e perseguições
políticas.
A expressão,
resgatada da doutrina alemã da década de 1930, foi empregada em decisões do
ministro Alexandre de Moraes, assim como a ideia de "Estado de exceção em
legítima defesa". "Eles vão criando chavões. 'Estado de exceção em
legítima defesa', 'democracia defensiva'. Isso é brincadeira... Tem jurista que
escreve isso aí com pretensão de seriedade", ironiza.
Na avaliação
de Chemim, essas expressões cumprem o papel de mascarar o que ele identifica
como um "direito penal do inimigo", teoria elaborada pelo alemão
Günther Jakobs segundo a qual certos indivíduos, por serem considerados
inimigos do Estado, não merecem as mesmas garantias legais que os demais.
Isso,
segundo Chemim, acabou ficando claro nas próprias palavras do ministro
Alexandre de Moraes na sessão plenária do STF de retomada dos trabalhos da
Corte no segundo semestre. "Jamais faltou e jamais faltará coragem aos
seus membros para repudiar as agressões contra os inimigos da soberania
nacional, inimigos da democracia e inimigos do Estado de Direito", afirmou
Moraes.
"O
ministro da Suprema Corte não pode atuar no contexto de um processo dizendo que
ele está atuando contra inimigos", critica Chemim.
A multiplicação dos eufemismos, segundo o jurista, não altera a natureza dos atos praticados. Citando "Romeu e Julieta", de William Shakespeare, ele afirma: "A rosa é uma rosa, não importa o nome que eu dê para ela. Eu posso até mudar o nome da rosa, para chamar de 'democracia defensiva', 'Estado de exceção em legítima defesa'. Mas aquilo que de fato é um direito penal do inimigo continuará sendo".
"O Estado de S. Paulo" de 27 de março de 2026
Vicente Lino.
A triste plateia amestrada que é obrigada a ouvir as discurseiras de Lula foi obrigada a aplaudir mais uma deslavada mentira. A de que o caso do Banco Master é o ovo da serpente de Bolsonaro e Campos Neto, ex-presidente do Banco Central.
Lula, sua mentira e hipocrisia tentam se desviar de um fato inegável; seguindo orientação direta do governo, parlamentares o PT e aliados votaram em peso contra requerimentos de convocação e quebra de sigilo de figuras centrais ligadas ao esquema.
O governo Lula barrou sistematicamente a investigação sobre o fluxo de capitais que beneficiou atores próximos ao atual poder. Enquanto o discurso público pede punição, no escurinho das comissões, a tropa de choque do governo, orientada por Lula, age como escudo para evitar que a lama respingue em nomes do "andar de cima". Não se pode falar de Banco Master sem mencionar a rede de proteção que atravessa a Praça dos Três Poderes.
As evidências de proximidade entre autoridades de alto escalão e figuras do Judiciário, como Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, mostram que o caso não é uma herança maldita da direita. O que se vê é um sistema de compadrio que floresce sob o atual governo. São jantares, eventos e decisões liminares que, coincidentemente, sempre favorecem os mesmos grupos financeiros.
Ao apontar o dedo para Bolsonaro e Campos
Neto, Lula tenta fugir da responsabilidade de gerir um sistema que seu partido
ajudou a moldar e agora protege. O tal “ovo da serpente" não foi chocado
pela oposição; ele é alimentado diariamente pela omissão deliberada e pela blindagem
política de quem morre de medo do que uma investigação séria pode revelar.
Vicente Lino.
Quem ainda preserva um neurônio funcional sente o ar rarefeito. Nós estamos vivendo o auge de um teatro do absurdo, onde a mídia dita “progressista” — do atraso — e sectários de umbigo próprio sequestraram o dicionário.
Para essa turma, qualquer dissidência é carimbada como
“extrema direita”, enquanto a própria barbárie que eles alimentam é vendida
como virtude sob um véu sujo de sangue.
O espetáculo é vil. O grito de ordem “Morte a Israel” deixou
de ser um crime de ódio para virar “contexto” em universidades e redações. Não
é metáfora; é o desejo explícito de extermínio percorrendo as ruas com a
tranquilidade de quem carrega um selo invisível de legitimidade.
É o antissemitismo saindo do armário com uma fúria global que
faz ecoar os capítulos mais sombrios da história, talvez pior pelo escopo,
agora blindado pelo aplauso de quem se diz “humanista”.
Como podem, em nome do progresso, abraçar a teocracia
iraniana? Um regime que oprime mulheres e financiou o massacre de 7 de outubro.
Onde está a empatia pelos mais de 35 mil cidadãos iranianos assassinados pelo
próprio Estado? A resposta é amarga. Para os fiéis do “ódio do bem”, essas
vidas não cabem na narrativa. O iraniano que busca liberdade e prosperidade é
rechaçado por esse “clube do mal” porque comete o crime de querer dignidade em
vez de ideologia.
Criou-se uma blindagem semântica onde o óbvio tornou-se
controverso. Essa versão degenerada da política troca a realidade por utopias
impossíveis, escolhendo quais cadáveres merecem luto e quais merecem o
descarte. Enquanto bradam contra o fascismo, esses “ativistas de barro” beijam
as mãos de quem aniquila direitos fundamentais.
O Irã é um país maravilhoso sequestrado por instituições
corroídas, assim como o debate público foi sequestrado pelo cinismo de
intelectuais de araque. A pergunta não é mais se esse movimento é extremista;
isso já está escancarado.
A pergunta que queima a garganta e exige honestidade é por
quanto tempo o mundo vai fingir que essa força destruidora não tem nome?
É hora de arrancar as máscaras e batizar o monstro. Isso
factualmente é a mais legítima, pura e cruel extrema-esquerda.
Quando eles serão classificados como merecem?