Vicente Lino
Política e Economia
domingo, 17 de maio de 2026
sábado, 16 de maio de 2026
STF tira autoridade das famílias em nome da ideologia de gênero.
Gazeta do Povo.
“Figura-me inviável e completamente atentatório ao princípio da dignidade da pessoa humana proibir que o Estado fale, aborde, debata e, acima de tudo, pluralize as múltiplas formas de expressão do gênero e da sexualidade”, afirmou a relatora Cármen Lúcia. Convenhamos, de censura a ministra entende, mesmo quando a disfarça de “situação excepcionalíssima”. Mas, se há algo que a lei capixaba não faz, é censurar.
Ela não impede que as escolas ofereçam
conteúdos sobre gênero – nisso os legisladores do Espírito Santo foram
inteligentes, e talvez tenham considerado ocasiões anteriores em que o STF
derrubou leis municipais que proibiam a ideologia de gênero nas escolas. A lei
estadual deixava os colégios totalmente livres para realizar as “atividades
pedagógicas de gênero”, para ensinar que o gênero é algo diferente do sexo
biológico, uma mera “construção social”, e que pode ser alterado conforme a
vontade do indivíduo; o que a legislação fazia era apenas dar aos pais o direito
de decidir que seus filhos não participariam dessas atividades e não seriam
submetidos a esse tipo de doutrinação.
A lei deve proteger a autoridade familiar, não diminuí-la. O
STF, no entanto, foi na direção contrária, transferindo para o Estado responsabilidades
que cabem à família, retirando seu poder de decisão
Essa consideração inclusive enfraquece o outro argumento central dos autores da ação de inconstitucionalidade – entidades como a Aliança Nacional LGBTI+ e a Associação Brasileira de Famílias Homotransafetivas (ABRAFH) –, aceito pelos ministros: o de que apenas a União pode legislar sobre conteúdo pedagógico. Afinal, como acabamos de afirmar, não há restrição estatal à oferta de conteúdos sobre gênero nas escolas – o que foi reconhecido pela Procuradoria-Geral da República, que defendeu a constitucionalidade da lei capixaba.
E, mesmo que se alargasse demais o argumento para considerar que a
lei do Espírito Santo de fato estaria legislando sobre currículo escolar, é
preciso lembrar que a própria Lei de Diretrizes e Bases afirma, em seu artigo
9.º, IV, que estados e municípios colaboram com a União no estabelecimento de
“competências e diretrizes para a educação infantil, o ensino fundamental e o
ensino médio, que nortearão os currículos e seus conteúdos mínimos, de modo a
assegurar formação básica comum”.
Mas o questionamento central à tese das entidades LGBT e ao
voto de Cármen Lúcia veio do ministro André Mendonça, que formou a minoria ao
lado de Nunes Marques. A Constituição reconhece a família como base da
sociedade, e “os pais e os responsáveis têm não só o direito, como também o
dever constitucional de participar ativamente das escolhas morais, culturais e
educacionais que recaiam sobre seus filhos”. Impor convicções morais e
ideológicas sobre as crianças, à revelia dos pais, viola não apenas a
Constituição, mas também tratados internacionais dos quais o Brasil é
signatário, como a Convenção Interamericana de Direitos Humanos (conhecida
também como Pacto de San José da Costa Rica), que afirma, no seu artigo 12.4:
“os pais, e quando for o caso os tutores, têm direito a que seus filhos ou
pupilos recebam a educação religiosa e moral que esteja acorde com suas
próprias convicções”. Este é um direito que independe de qualquer lei, pois
deriva da própria natureza da família, que antecede o Estado e que deve ser
auxiliada por ele (e não o contrário) na tarefa de educar as crianças.
A lei, portanto, deve proteger a autoridade familiar, não
diminuí-la. Foi justamente isso que o legislador capixaba fez, sem prejudicar a
oferta dos conteúdos sobre gênero aos estudantes cujos pais ou responsáveis não
veem problema algum neles. O Supremo, no entanto, foi na direção contrária,
hipercentralizadora e autoritária, à medida que transfere para o Estado as responsabilidades
que cabem à família, retirando seu poder de decisão. Ressaltamos: o que está em
jogo aqui não é o conteúdo clássico dos currículos escolares, mas o ensino de
uma ideologia altamente controversa, com implicações morais e sociais, que inclusive
nega pressupostos básicos da biologia. E, especialmente em temas controversos,
é ainda mais importante preservar a autoridade da família e evitar qualquer
tipo de imposição estatal – o que torna a decisão do Supremo ainda mais
equivocada e contrária ao espírito da Constituição, que protege o papel de pais
e responsáveis.
sexta-feira, 15 de maio de 2026
Mário Kozel Filho – 18 Anos, Sentinela e Vítima Esquecida do Terror
O soldado Mário Kozel Filho, um jovem brasileiro de apenas 18
anos, foi brutalmente assassinado por terroristas da Vanguarda Popular
Revolucionária em um covarde atentado com carro-bomba no Quartel General do II
Exército, no Ibirapuera, São Paulo, na madrugada de 26 de junho de 1968.
Mário Kozel Filho, conhecido como “Kuka”, filho de Mário
Kozel e Therezinha Lana Kozel, havia sido convocado para o serviço militar
obrigatório. Há apenas seis meses vestia a farda e cumpria seu dever como
sentinela quando os terroristas lançaram o veículo carregado com dezenas de
quilos de dinamite contra o quartel. Ele não era um oficial de alta patente nem
um torturador: era um jovem comum, que deixou estudos e trabalho na fábrica do
pai para servir à Pátria. Merecia viver, voltar para casa, constituir família.
Em vez disso, teve o corpo despedaçado pela explosão.
O objetivo claro dos terroristas era que o carro-bomba adentrasse
o quartel para causar o maior número possível de mortes e destruição. A guarda
reagiu a tempo: disparos atingiram o veículo, que bateu na parede externa e não
conseguiu penetrar. Mário, em um gesto de bravura e cumprimento do dever,
aproximou-se para verificar o que havia dentro. Segundos depois, a carga
explodiu com força devastadora, espalhando destruição num raio de 300 metros.
Além de Mário, seis militares foram gravemente feridos
naquele ato de pura maldade terrorista:
- Coronel Eldesde Souza Guedes
- Soldados João Fernandes de Sousa, Luiz Roberto Juliano,
Edson Roberto Rufino, Henrique Chaicowski e Ricardo Charbeau
Esses homens sofreram ferimentos graves, alguns com sequelas
para o resto da vida, vítimas da mesma explosão covarde que dilacerou o corpo
de um jovem sentinela.
Quem eram os autores?
Não eram “militantes” românticos ou “lutadores pela
democracia”. Eram terroristas que integravam um grupo terrorista que se
autodenominava Vanguarda Popular Revolucionária. Eles assaltavam bancos para
financiar suas ações, sequestravam pessoas, praticavam atentados com bombas,
executavam prisioneiros e buscavam abertamente implantar no Brasil uma ditadura
do proletariado nos moldes cubano ou chinês — exatamente como vários deles
admitiram anos depois. “Luta armada” (terrorista) é mero eufemismo para
terrorismo: ações violentas contra civis, militares em serviço e instituições,
com o objetivo de derrubar o regime pela força e impor outro ainda mais
autoritário.
Esse atentado não foi um “excesso da resistência”. Foi um ato
de terrorismo puro, planejado para matar o maior número possível de soldados e
abalar a estrutura militar. Mário seus companheiros feridos pagaram com sangue
a ousadia desses criminosos.
Décadas depois, continua existindo uma assimetria vergonhosa
no debate público brasileiro: enquanto atrocidades de um lado são
sistematicamente infladas, transformadas em símbolos e ensinadas como narrativa
oficial, casos como o de Mário K. — e de tantas outras vítimas de atentados,
execuções sumárias e crueldades praticadas pelos grupos armados — são
minimizados, omitidos ou tratados como detalhes inconvenientes. Livros
didáticos, produções culturais e academia reproduzem, com raríssimas exceções,
uma única versão: heróis de um lado, vilões do outro. Isso não é história. É
propaganda ideológica consolidada por controle de universidades, MEC, mídia e
cinema.
Reconhecer a crueldade de ambos os lados não é
“revisionismo”. É justiça mínima com a memória das vítimas. Mário K Filho não
morreu por “luta armada”. Morreu por terrorismo. Seu nome merece ser lembrado
com a mesma força e honestidade que se cobra para todas as outras vítimas de um
período trágico da história brasileira — sem filtros, sem eufemismos e sem
má-fé.
o Kozel Filho – 18 Anos, Sentinela e Vítima Esquecida do
Terror
O soldado Mário Kozel Filho, um jovem brasileiro de apenas 18
anos, foi brutalmente assassinado por terroristas da Vanguarda Popular
Revolucionária em um covarde atentado com carro-bomba no Quartel General do II
Exército, no Ibirapuera, São Paulo, na madrugada de 26 de junho de 1968.
Mário Kozel Filho, conhecido como “Kuka”, filho de Mário
Kozel e Therezinha Lana Kozel, havia sido convocado para o serviço militar
obrigatório. Há apenas seis meses vestia a farda e cumpria seu dever como
sentinela quando os terroristas lançaram o veículo carregado com dezenas de
quilos de dinamite contra o quartel. Ele não era um oficial de alta patente nem
um torturador: era um jovem comum, que deixou estudos e trabalho na fábrica do
pai para servir à Pátria. Merecia viver, voltar para casa, constituir família.
Em vez disso, teve o corpo despedaçado pela explosão.
O objetivo claro dos terroristas era que o carro-bomba adentrasse
o quartel para causar o maior número possível de mortes e destruição. A guarda
reagiu a tempo: disparos atingiram o veículo, que bateu na parede externa e não
conseguiu penetrar. Mário, em um gesto de bravura e cumprimento do dever,
aproximou-se para verificar o que havia dentro. Segundos depois, a carga
explodiu com força devastadora, espalhando destruição num raio de 300 metros.
Além de Mário, seis militares foram gravemente feridos
naquele ato de pura maldade terrorista:
- Coronel Eldesde Souza Guedes
- Soldados João Fernandes de Sousa, Luiz Roberto Juliano,
Edson Roberto Rufino, Henrique Chaicowski e Ricardo Charbeau
Esses homens sofreram ferimentos graves, alguns com sequelas
para o resto da vida, vítimas da mesma explosão covarde que dilacerou o corpo
de um jovem sentinela.
Quem eram os autores?
Não eram “militantes” românticos ou “lutadores pela
democracia”. Eram terroristas que integravam um grupo terrorista que se
autodenominava Vanguarda Popular Revolucionária. Eles assaltavam bancos para
financiar suas ações, sequestravam pessoas, praticavam atentados com bombas,
executavam prisioneiros e buscavam abertamente implantar no Brasil uma ditadura
do proletariado nos moldes cubano ou chinês — exatamente como vários deles
admitiram anos depois. “Luta armada” (terrorista) é mero eufemismo para
terrorismo: ações violentas contra civis, militares em serviço e instituições,
com o objetivo de derrubar o regime pela força e impor outro ainda mais
autoritário.
Esse atentado não foi um “excesso da resistência”. Foi um ato
de terrorismo puro, planejado para matar o maior número possível de soldados e
abalar a estrutura militar. Mário seus companheiros feridos pagaram com sangue
a ousadia desses criminosos.
Décadas depois, continua existindo uma assimetria vergonhosa
no debate público brasileiro: enquanto atrocidades de um lado são
sistematicamente infladas, transformadas em símbolos e ensinadas como narrativa
oficial, casos como o de Mário K. — e de tantas outras vítimas de atentados,
execuções sumárias e crueldades praticadas pelos grupos armados — são
minimizados, omitidos ou tratados como detalhes inconvenientes. Livros
didáticos, produções culturais e academia reproduzem, com raríssimas exceções,
uma única versão: heróis de um lado, vilões do outro. Isso não é história. É
propaganda ideológica consolidada por controle de universidades, MEC, mídia e
cinema.
Reconhecer a crueldade de ambos os lados não é
“revisionismo”. É justiça mínima com a memória das vítimas. Mário K Filho não
morreu por “luta armada”. Morreu por terrorismo. Seu nome merece ser lembrado
com a mesma força e honestidade que se cobra para todas as outras vítimas de um
período trágico da história brasileira — sem filtros, sem eufemismos e sem
má-fé.
Hannah Arendt, a seita e a matilha. "As Origens do Totalitarismo"
Leticia Dornelles.
Não se tratava, para ela, de mera ditadura ou de
autoritarismo clássico, mas de algo inédito: uma forma de dominação que não se
contentava em controlar o corpo ou o voto, mas que aspirava a remodelar a
própria realidade, substituindo o pluralismo humano por uma ficção ideológica
total.
E foi nesse contexto que Arendt identificou, com precisão
cirúrgica, um mecanismo específico como o sintoma terminal dessa seita
política: o funcionamento da “matilha”, ou seja, o ataque coordenado, coletivo
e sem lastro factual, seguido pela inversão automática que transforma o
questionador em traidor.
Esse não era um acidente de percurso. Era o sinal de que a
seita havia alcançado sua fase derradeira, quando a lógica interna suplanta
qualquer vestígio de mundo comum.
A análise de Arendt parte de uma constatação radical: os
movimentos totalitários não nascem como partidos tradicionais, com programas
negociáveis e adesão voluntária.
Eles se constroem como seitas porque exigem lealdade
absoluta, irrestrita, que precede mesmo a tomada do poder.
O indivíduo atomizado, isolado pela modernidade, pela perda
de raízes sociais, pela erosão das instituições intermediárias, encontra na
seita um substituto para a pertença perdida.
Mas a coesão não se mantém por convicção racional. Mantém-se
por um mecanismo de mobilização permanente contra um inimigo que, precisamente
por ser inventado ou hiperbólico, permite a repetição infinita do rito de
purificação.
Aqui entra o que Arendt chamou de “lógica ideológica”, essa
camisa de força mental que transforma qualquer dado da experiência em mera
confirmação da premissa inicial.
O ataque coordenado, o coro de acusações que não precisa de
provas, apenas de volume, é a encarnação prática dessa lógica. Não se discute.
Denuncia-se. Não se argumenta. Repete-se.
O “volume” substitui o argumento porque, na seita, a verdade
não é descoberta, mas decretada pela intensidade do coletivo.
Esse mecanismo revela-se terminal porque marca o momento em
que a seita deixa de expandir-se para o exterior e começa a consumir a si mesma
ou a devorar seus próprios aliados potenciais.
Arendt observou, nas estruturas nazistas e stalinistas, como
as organizações totalitárias operavam em camadas concêntricas, semelhantes às
sociedades secretas: uma elite interna que manipulava a ficção, camadas
intermediárias de militantes que repetiam o script sem compreendê-lo
integralmente, e uma massa periférica de simpatizantes atraídos pela aparência
de normalidade.
O ataque em matilha, orquestrado de cima, ecoado em uníssono
pela base, servia para manter a hierarquia intacta.
Qualquer voz dissonante, mesmo que mínima, ameaçava o frágil
equilíbrio entre a ficção ideológica e o mundo real que ainda teimava em
existir. Por isso, o questionador não era refutado. Era excomungado.
A inversão “quem expõe a contradição é o verdadeiro inimigo”
não era tática barata, mas consequência necessária da substituição da realidade
pela “realidade fictícia” do movimento.
Arendt via nisso o colapso final da capacidade humana de
julgar: quando o senso comum é abolido, resta apenas a lealdade ao grupo como
critério de verdade.
O que torna esse sintoma terminal tão devastador, na leitura
arendtiana, é sua capacidade de transformar a política em puro teatro de
purificação interna.
A seita política não governa. Move-se. Seu motor não é a
administração do real, mas a perpetuação do movimento da ideologia.
O terror, que Arendt distingue do medo tradicional, não visa
punir culpados, mas fabricar culpados em escala industrial para que a máquina
nunca pare.
A matilha é o terror em versão micro, cotidiana: um ritual
de linchamento simbólico que reforça, a cada ciclo, a atomização dos membros.
O indivíduo, isolado, só existe dentro do coro. Fora dele, é
nada, ou pior, é o “traidor”.
Essa dinâmica explica por que, nos regimes totalitários, as
purgas internas foram não um erro, mas a essência: Stalin liquidava velhos
bolcheviques.
O sintoma terminal surge quando a seita, já incapaz de
conquistar o mundo exterior pela persuasão, volta-se contra qualquer resquício
de pluralidade interna ou externa.
O ataque coordenado sem prova, a inversão automática, o
excomungamento do dissidente, tudo isso não é excesso de zelo. É o mecanismo
que revela a seita em sua fase agônica, quando a ficção ideológica, para
sobreviver, precisa destruir cada vez mais pedaços da realidade.
Arendt não era otimista quanto ao fim desse processo. Via no
totalitarismo não um desvio passageiro da História, mas a possibilidade latente
de uma humanidade que, privada de raízes e de juízo comum, se entrega ao
conforto da seita.
O mecanismo da matilha, como sintoma terminal, anunciava o
esgotamento: a seita já não convence. Aapenas acusa. Já não debate; apenas
repete. E, ao fazê-lo, dissolve o espaço público onde a política, no sentido
clássico, poderia ainda respirar.
O que Arendt legou não foi uma receita contra o
totalitarismo, pois ele não se combate com fórmulas simples. Mas um alerta
sobre a fragilidade do humano: basta o isolamento, a perda do senso comum e a
sedução de uma ficção coletiva para que a seita política, em sua fase terminal,
transforme cidadãos em ecos e o mundo em um palco de acusações eternas.
O resto é silêncio, ou o uivo da matilha. Fique esperto.
Um beijo.
Leticia Dorneles.
É hora de resistir; liberdade não se negocia!
terça-feira, 12 de maio de 2026
Dosimetria, cavalo de Troia armado pelo tirano da toga
Instituto Liberal.
“What a difference a day makes”. Se, na famosa canção dos anos 50, foi um dia que fez a diferença para trazer encanto à vida da artista, em nossa distopia, foi a última semana que fez toda a diferença para quebrar expectativas legítimas. Entre a derrubada do veto ao PL da Dosimetria e a mais recente canetada alexandrina, a opinião pública alinhada às liberdades foi do céu ao inferno, da soberba da pretensa vitória parlamentar à indisfarçável derrota frente a togado não eleito e da promessa ilusória de soltura de perseguidos políticos à crueza da manutenção das prisões. Narrativas foram desmentidas pelos fatos, ídolos de barro trocaram a cantoria dos festejos por postagens de indignação, e a sociedade teve a certeza de que tudo havia mudado para que tudo permanecesse na mesma.
Instituto liberal.
Sua missão é difundir
e defender o liberalismo, em suas diversas vertentes teóricas, e as vantagens
de seus princípios e agendas para a sociedade. Atualmente o IL atua na
publicação e tradução de grandes obras sobre o liberalismo, desenvolvimento de
eventos memoráveis e cursos imperdíveis.
As ideias de liberdade de Thomas Sowell
João Luiz Mauad.
O grande Thomas é um gigante da liberdade. Economista, escritor e comentarista americano, é conhecido por suas ideias liberais sobre economia de mercado, educação e políticas públicas. Que suas lições jamais sejam esquecidas, principalmente em momentos turbulentos como esse:
“O fato de tantos políticos bem-sucedidos serem mentirosos
descarados não é apenas uma reflexão sobre eles, é também uma reflexão sobre
nós. Quando as pessoas querem o impossível, apenas os mentirosos podem
satisfazê-las. ”
“É difícil imaginar uma maneira mais estúpida ou mais
perigosa de tomar decisões do que colocar essas decisões nas mãos de pessoas
que não pagam preço por estarem erradas. ”
“A atração fatal pelo
governo é que permite que os intrometidos e os ungidos imponham decisões sobre
os outros sem pagar nenhum preço. ”
“Ninguém vai realmente entender a política até que entenda
que os políticos não estão tentando resolver nossos problemas. Eles estão
tentando resolver seus próprios problemas – dos quais serem eleitos e reeleitos
são o número um e o número dois. O que quer que venha em terceiro lugar, está
muito distante. ”
“O ativismo é uma maneira de as pessoas inúteis se sentirem
importantes, mesmo que as consequências de seu ativismo sejam contraproducentes
para aqueles que afirmam estar ajudando, e prejudicando o tecido da sociedade
como um todo. ”
“Um dos sinais tristes do nosso tempo é que demonizamos
aqueles que produzem, subsidiamos aqueles que se recusam a produzir e
canonizamos aqueles que reclamam. ”
João Luiz Maud.












