quinta-feira, 2 de abril de 2026

 Após apoiar a tirania, Lula oferece   presentes.





Recentemente, o governo anunciou o envio de 21.000 toneladas de alimentos para a ilha. Nada contra a solidariedade ao povo oprimido, que vive hoje a sua pior crise desde 1959. Em Cuba, a falta de energia paralisa centros cirúrgicos e a refrigeração de remédios, aumentando a mortalidade. Famílias fazem apenas uma refeição por dia. O mundo inteiro precisa ajudar o sofrido povo cubano.

 Entretanto, vale ressaltar que esse é o destino inevitável em regiões onde acaba a democracia e se instala a tirania. Lula não consegue reparar o mal que fez ao povo cubano ao se irmanar historicamente ao regime autoritário que se instalou naquele país.

 Esse apoio político e financeiro é o que alimenta os monstros que devoram as democracias e conduzem seus povos à tortura, à repressão e à morte. Financiar e legitimar esses regimes não é diplomacia, é patrocínio da opressão. Que possamos fortalecer nossas instituições e rezar por uma mudança de rumo, para que o Brasil pare de se alinhar a ditadores e deixe de ser cúmplice do sofrimento e da miséria alheia. O Brasil merece respeito, e o dinheiro do trabalhador não pode ser combustível para a tirania. 

Foi a falta de liberdade, a ausência de leis e o sufocamento da democracia que rebaixaram o povo cubano à fome e à miséria absoluta. O governo Lula carrega a culpa histórica de ter alimentado esse monstro com o nosso dinheiro, e agora, 21.000 toneladas de alimentos não vão apagar décadas de apoio abjeto a tiranos.

 Financiar a opressão não é solidariedade, é cumplicidade com a barbárie.

    Vicente Lino.



 

 


quarta-feira, 1 de abril de 2026

 Juína: Referência em Excelência   Educacional



Os resultados educacionais do município de Juína, no Mato Grosso, confirmam que o Secretário de Educação, Ericson Leandro de Oliveira, e sua equipe continuam colecionando prêmios. Naquele município, diversas unidades escolares têm recebido reconhecimentos significativos, especialmente no que diz respeito à alfabetização e à gestão pedagógica.

 Vale enumerar:

 Prêmio Alfabetiza MT (Edições 2024, 2025 e 2026): O secretário tem liderado a comitiva de Juína em várias edições deste prêmio estadual, que reconhece os municípios que garantem a alfabetização de crianças até o 2º ano do Ensino Fundamental.

 Selo Bronze de Educação (2026): A rede municipal conquistou o Selo Bronze, um reconhecimento estadual pelo desempenho dos estudantes dos 5º anos do Ensino Fundamental, evidenciando que a qualidade iniciada na alfabetização se mantém nas etapas seguintes.

 Reconhecimento Nacional (MEC - 2025): Juína está entre as apenas 35 cidades do Brasil — e é a única de Mato Grosso — a receber uma premiação do Ministério da Educação pela qualidade do ensino em tempo integral.

 Vale ressaltar que as escolas de Juína têm figurado consistentemente entre as 100 melhores do estado. Entre as unidades de maior destaque, citam-se:

 Escola Municipal Paulo Freire: Destaque estadual e federal, premiada sucessivamente em 2025 e 2026 pelos altos índices de alfabetização.

 Escola Rural Municipal Euclides da Cunha: Reconhecida em 2026 como uma das 100 melhores de Mato Grosso, provando que a excelência atinge também a zona rural.

 Escola Estadual 7 de Setembro: Premiada pelos resultados de evolução e qualidade no programa estadual de alfabetização.

 Os números convidam à celebração: segundo dados da prefeitura, o município saltou de um índice de apenas 2% de alunos do 2º ano alfabetizados no início da gestão para cerca de 60% em 2025/2026. 

Em entrevista, o Secretário Ericson Leandro atribuiu o sucesso à colaboração do Prefeito Paulo Veronezzi, dos gestores, professores e à participação ativa das famílias.

 Um Exemplo para o Brasil

Em um país que, infelizmente, costuma amargar as últimas posições nos rankings globais de qualidade de ensino, a trajetória de Juína é um ponto fora da curva que merece ser reverenciado. O trabalho incansável do Secretário Ericson Leandro de Oliveira e de toda a sua equipe técnica e pedagógica é a prova de que a mediocridade educacional não é um destino, mas uma escolha que Juína decidiu não fazer.

 Enquanto o Brasil luta contra estatísticas desanimadoras, este grupo de profissionais demonstra competência rara e um compromisso inegociável com o futuro das crianças. Juína não apenas entrega números; entrega dignidade e esperança. É uma gestão que merece todos os prêmios que recebeu e muitos outros, servindo de farol para uma nação que precisa, urgentemente, aprender com quem sabe fazer a educação acontecer de verdade.

Vicente Lino.



 O mal já não precisa de monstros.

 Washington Araujo.

 



  

Em 1961, quando Adolf Eichmann foi levado a julgamento em Jerusalém, o mundo esperava encontrar o rosto do horror absoluto. Hannah Arendt, que havia escapado da Europa nazista com a lucidez ferida de quem conheceu o abismo, também chegou ali à procura de um monstro.

Encontrou, no entanto, algo mais inquietante e perturbador: um homem comum, preso a frases feitas, incapaz de pensar para além do manual que organizava sua vida. Não havia fúria nos gestos, nem grandeza trágica. Havia vazio — e o vazio, quando opera em escala industrial, torna-se devastador.

Responsável pela logística que enviou milhões de judeus aos campos de extermínio, Eichmann coordenava deportações em escala industrial. No tribunal, pesava sobre ele a acusação mais grave: crimes contra a humanidade, cometidos sem remorso, sob a máscara da eficiência.

Arendt não era apenas uma filósofa. Era uma consciência em exílio permanente.

Carregava na escrita a marca de quem viu o século se partir em dois e recusou qualquer anestesia moral. Amava a língua alemã mesmo depois de ter sido expulsa por ela. Pensava com rigor cirúrgico, mas escrevia com uma clareza que expunha o leitor a si mesmo. Sua obra não buscava complacência nem neutralidade; buscava desmontar as ilusões que tornam o mal possível. E essa desmontagem continua sendo desconfortável.

Nascida na Alemanha, formada na tradição filosófica europeia, Arendt atravessou o século como quem recusa a cegueira confortável. Judia, exilada, pensadora da política e da condição humana, escreveu não para explicar o mundo, mas para impedir sua normalização.

Sua obra é um alerta permanente contra a desistência de pensar.

O que ela nomeou como “banalidade do mal” não foi uma tentativa de suavizar crimes, mas de revelar seu mecanismo mais frio: o mal pode não nascer do ódio, mas da ausência deliberada de pensamento. Eichmann não era um demônio em fúria. Era um funcionário eficiente, disciplinado, previsível. E é precisamente isso que torna sua figura intolerável.

O mal, ali, não gritava, não hesitava, não refletia. Protocolava, organizava, executava.

Em março de 2026, essa leitura deixou de ser apenas histórica — tornou-se um diagnóstico do presente. A banalidade do mal reaparece nas guerras contemporâneas com uma precisão que Arendt antecipou sem conhecer os meios técnicos de hoje.

Bombas que atingem escolas em horário de aula, com centenas de crianças dentro, não são erros sem sujeito: são decisões inscritas em cadeias de comando que transformam vidas em variáveis operacionais.

Mísseis de alto poder destrutivo que atingem hospitais, onde corpos já fragilizados tentam sobreviver, não são acidentes retóricos: são ações que atravessam relatórios, mapas, telas e autorizações.

O que se vê não é o excesso de ódio, mas a normalização da destruição. O mal não precisa mais justificar-se; basta funcionar.

A banalidade do mal, hoje, opera em três níveis que se reforçam mutuamente. No primeiro, o administrativo, a linguagem técnica encobre a violência real. Fala-se em “danos colaterais”, “alvos estratégicos”, “neutralização de ameaças”, enquanto vidas concretas desaparecem sob categorias abstratas. Nesse plano, ninguém se reconhece como responsável porque todos cumprem uma função.

No segundo nível, o social, a repetição sistemática de versões contraditórias dissolve a verdade como referência comum. Não se trata mais de convencer, mas de saturar. Arendt já havia advertido: quando a verdade se fragiliza, o resultado não é apenas confusão — é desistência. Em 2026, a desistência tornou-se uma forma de adaptação. As pessoas não acreditam plenamente, mas também não resistem. E essa suspensão do julgamento é terreno fértil para qualquer abuso.

No terceiro nível, o mais inquietante, está o desgaste íntimo da consciência. Não é o medo explícito que paralisa, mas a fadiga moral. Pensar exige energia, exige confronto, exige solidão. E, em sociedades aceleradas, a renúncia ao pensamento aparece como alívio imediato. O indivíduo não abdica de sua consciência por coerção direta, mas por conveniência, pertencimento ou cansaço. É nesse ponto que a banalidade do mal se torna invisível — e, por isso, mais perigosa.

Arendt compreendeu algo que seguimos evitando encarar: democracias não colapsam apenas por rupturas abruptas, mas por desgaste contínuo. O processo começa quando a linguagem perde precisão, quando a responsabilidade se fragmenta e quando a obediência se torna mais fácil do que o questionamento.

O perigo não reside apenas nos que ordenam, mas nos que executam sem pensar — e nos que assistem sem reagir.

Se Eichmann permanece como símbolo, não é por sua singularidade, mas por sua banalidade rigorosa.

Ele não era uma exceção histórica, mas um modelo possível.

E há um detalhe que atravessa essa história com ironia quase cruel: Eichmann nasceu em 1906 e morreu em 1962; Arendt também nasceu em 1906 e morreu em 1975. O mesmo ano de origem, destinos opostos. Como se o século tivesse produzido, ao mesmo tempo, a engrenagem obediente e a consciência que a denunciou.

Em um mundo mediado por tecnologias que ampliam a distância entre ação e consequência, a banalidade do mal não desapareceu — ela se tornou mais eficiente, mais rápida, mais silenciosa.

A pergunta que Arendt nos impõe, com uma urgência que já não pode ser adiada, não é quem são os culpados evidentes, mas quem ainda sustenta a coragem de pensar quando tudo convida à desistência. Porque é nesse gesto — discreto, exigente, solitário — que começa qualquer forma real de resistência.

Washington Araujo.

              




 O TAPA NA CARA DO APOSENTADO




CPMI do INSS foi encerrada sem relatório final. O parecer do deputado Alfredo Gaspar foi rejeitado com um placar de 19 a 12. Não deu em nada. Será arquivada. Após sete meses de trabalho terminou de forma lamentável, amarga e paga com o suor de quem trabalhou a vida inteira.

 Não foi o encerramento de uma comissão; foi o velório da decência comemorado apenas por gente rasteira e indigna do voto do eleitor. O trabalho agora encerrado pela banda podre do Congresso revela 40 bilhões de reais desviados e 4 milhões de aposentados roubados. O Brasil que presta assistiu estarrecido a um esforço coordenado, uma barreira de proteção para que a investigação não avançasse.

 A base governista agiu como um escudo humano não se importando com o idoso que teve sua aposentadoria roubada. Bloquearam investigações, blindaram grupos do poder, impediram quebras de sigilo e vetaram importantes depoimentos. O Brasil decente sabe que se houve bloqueio sistemático, é porque a trilha do dinheiro sujo levava diretamente ao topo do poder. O STF enterrou a prorrogação da CPMI antes que a verdade aparecesse. 

 A aliança entre o Palácio e a Corte evidencia o pavor de que as investigações chegassem ao 'Master', ao núcleo onde as decisões são tomadas para desaparecer com o dinheiro dos aposentados nos ralos da corrupção. O encerramento da CPMI desta forma é a prova de que a maioria ali operava só para abafar o escândalo. 

40 BILHÕES reais roubados abafados por uma repugnante manobra que nunca será esquecida.

  Vicente Lino.



terça-feira, 31 de março de 2026

  A Justiça se Transformou no Escudo da     Impunidade.



Na quinta-feira, dia 26, o Supremo Tribunal Federal derrubou a liminar do Ministro André Mendonça e enterrou a CPMI do INSS. Foi um balde de água fria nas expectativas da sociedade brasileira e um golpe profundo na transparência pública. É sempre assim: quando as investigações se aproximam do "topo" da pirâmide, o Judiciário envia uma mensagem perigosa — a de que a lei tem limites quando esbarra em certas castas.

 De novo, foi triste constatar que o Congresso tenha precisado de uma ordem judicial para cumprir seu papel fiscalizador, escancarando uma legislatura que só se move sob pressão e se cala sob conveniência. Ainda não sabemos o que se esconde nos porões das associações e nos descontos indevidos que sangram os aposentados; o que se repete é um pânico generalizado quando se fala em aprofundar as conexões entre o sistema financeiro e a administração pública.

 O caso do Banco Master é um bom exemplo. Quando autoridades que deveriam ser os guardiões da Constituição operam para "embaralhar o jogo", a justiça deixa de ser um ideal e passa a ser uma ferramenta de conveniência. A corrupção torna-se o próprio sistema quando a Corte atua para interromper fluxos de investigação que ameaçam autoridades do alto escalão.

 Assistimos, com náusea e indignação, a mais um capítulo onde as sombras da injustiça prevalecem sobre o Direito. Faltam caráter e honra para o Brasil retomar o caminho onde o rigor da lei prevaleça sobre conveniências.

 Passou da hora de o país resgatar sua dignidade institucional e punir, sem distinção, aqueles que operam nas sombras contra o bem comum.

Vicente Lino.



 

segunda-feira, 30 de março de 2026

 Brasil se isola e enfraquece a segurança nacional.



No mês passado, um grupo seleto de países, liderados por Donald Trump, participou do encontro o “Escudo das Américas”.  12 países enviaram seus chefes de Estado ou representantes. Da América do Sul participaram Argentina, Bolívia, Chile, Equador, Guiana e Paraguai. Da América Central, Costa Rica, El Salvador, Honduras e Panamá. Do Caribe, República Dominicana e Trinidad e Tobago, além de Bahamas, Belize, Guatemala, Jamaica e Peru que assinaram apoio posteriormente.

 O lançamento do “Escudo das Américas” marca um momento decisivo e um alerta necessário sobre a urgência de uma resposta militar coordenada contra o crime organizado transnacional. Enquanto 12 nações latino-americanas já formalizaram sua adesão o Brasil, sob a gestão Lula, mantém-se isolado em um atrito diplomático que pode custar caro à segurança de todo o continente.

 Nossa barata ideologia finge não saber que o Brasil não é apenas um mercado consumidor, mas o principal entreposto logístico para o tráfico de cocaína rumo à Europa e África. Só em 2025, foram interceptadas quase 200 toneladas de drogas. O governo sabe que o PCC e o Comando Vermelho deixaram de ser meras quadrilhas de presídio para se tornarem corporações criminosas com faturamentos bilionários, drones, inteligência própria e armamento que desafia abertamente a força do Estado.
 A conversa de sempre é que a medida fere a soberania nacional porque o objetivo das facções é o lucro, não a política. Organizações que utilizam táticas de terror para controlar territórios e subjugar a população são terroristas, mas o Brasil nega o rótulo. Uma cooperação internacional mais agressiva permitiria o sufocamento financeiro global desses grupos.

 É lamentável ver o Brasil fechar as portas para uma coalizão que busca erradicar um mal desastroso para o mundo.  A segurança regional não deveria ser uma questão de alinhamento ideológico, mas de sobrevivência civilizatória.

Vicente Lino.


 

 

 

 

domingo, 29 de março de 2026

 O VERDADEIRO GOLPE - A GRANDE   MENTIRA

A Fraude nas Eleições de 2022 e o 08/01/23

Jenyberto Pizzotti.




O Brasil vive hoje dentro de uma grande mentira, dentro de um universo fictício construído através de uma narrativa falsa, de mentiras aceitas por todos como verdades absolutas.

Em 8 de janeiro de 2023 não existiu absolutamente nenhum "Ato Golpista" contra o "Estado Democrático de Direito" e contra a "Democracia".

Nessa data, o que ocorreu em Brasília, a capital do Brasil, foi uma revolta popular seguida de invasão de prédios públicos com atos de vandalismo e destruição do patrimônio público.

Não houve absolutamente nenhum atentado ao "Estado Democrático de Direito" ou a "Democracia" pelo simples fato de que no Brasil não existe Estado Democrático de Direito e nem Democracia.

Estado Democrático de Direito pressupõe a liberdade e independência total entre os Poderes e, sobretudo, o respeito e o cumprimento das Leis e da Constituição de um país.

No Brasil não existe liberdade e independência entre os Poderes, como também não existe o estrito respeito e cumprimento das Leis e da Constituição, Leis e Constituição essas que são interpretadas conforme suas conveniências político ideológicas por uma Suprema Corte dominada por um falso juiz com indícios de paranóia e psicopatia.

Assim, os Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário) e a Suprema Corte do país, hoje estão todos corrompidos, prostituídos e  aparelhados por uma narcoditadura que, através de uma sequência de golpes tomou o Poder no Brasil e sequestrou, aterrorizou e dominou toda uma Nação, portando não existe Estado Democrático de Direito.

Tampouco existe no Brasil a Democracia. A Democracia só existe quanto a Minoria reconhece e aceita a vontade da Maioria e, no caso da Democracia essa vontade é expressa através de votos (eleições) com contagem aberta, visível e pública, para que não reste nenhuma dúvida sobre a vontade e decisão da maioria. É simples assim, e isso desde os gregos.

As Eleições de 2022 no Brasil foram fraudadas desde que, através de violações nas Leis e na Constituição, ministros da Suprema Corte soltaram Lula da cadeia, desde que desmereceram, desqualificaram e imobilizaram  um dos melhores juizes do mundo (Sérgio Moro), desde que acabaram com a Operação Lava Jato e com seus heroicos e corajosos promotores do Ministério Público e agentes da Polícia Federal, dominaram STF, STE, PF, MPF, OAB, ABI, Meios de Comunicação, Jornalistas, Deputados e Senadores, forçaram e impuseram Pesquisas de Opinião falsas, e eleições fraudadas através de urnas eletrônicas e contagem de votos (SISTOT) impossíveis de auditar antes, durante e após as eleições (quantas denúncias, provas de fraudes, relatórios técnicos e artigos foram apresentados e sistematicamente, criminosamente e histericamente rejeitados pelo STF e TSE).

No Brasil se aceitaram mentiras como verdade absolutas e incontestáveis, se justificou o injustificável, e se racionalizou o irracional.

A realidade é que o Brasil vive hoje um pesadelo, algo bizarro, surrealista (nem Salvador Dali entenderia), algo  Antropofágico e Sado Masoquista, uma mistura entre a história de Hans Christian Andersen em “A Nova Roupa do Imperador” (O Rei está Nú), o conto de "O Flautista de Hamelin", dos irmãos Jacob e Wilhelm Grimm, e "Alice no País das Maravilhas" de Lewis Carrol (pseudônimo de Charles Lutwidge Dodgson).

Mas talvez eu tenha sido otimista demais nesse final de artigo citando "Alice no País das Maravilhas", talvez estamos mais próximos de um "Admirável Mundo Novo" de Aldous Huxley ou de um "1984" de George Orwell, afinal estamos falando em uma Ditadura e do "Grande Irmão" (um advogado travestido de juiz da Suprema Corte ?).

Então, reafirmo aqui, com base no exposto acima, de que no Brasil não houve absolutamente nenhum "ato golpista", ou atentado ao "Estado Democrático de Direito", ou a "Democracia" pelo simples fato de que no Brasil não existe Estado Democrático de Direito e nem Democracia.

Um Golpe de Estado real e verdadeiro se caracteriza por diversas situações reconhecidas internacionalmente, e que em absoluto não se enquadram ao ocorrido em 08 de janeiro de 2023 em Brasília.

O que existe na verdade, e essa é a Realidade, são Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), a Suprema Corte do país, os Meios de Comunicação, assim como autoridades e instituições (inclusive as Forças Armadas) todos corrompidos, prostituídos e  aparelhados por corruptos criminosos e uma narcoditadura que, através de uma sequência de golpes tomou o Poder no Brasil e sequestrou, aterrorizou e dominou toda uma Nação.

Jenyberto Pizzotti

Observações adicionais:

1- Creio ser importante informar aos meus leitores, que sou o pioneiro (eu escrevi o pioneiro) no Brasil (1976) na realização de Pesquisas de Mercado e Opinião Pública como ferramenta de Análise e Planejamento Estratégico de Marketing Político (numa época que a palavra Marketing Político ainda não existia), e tendo também formação na área da Informática, entre outras áreas. Dessa forma, com humildade, mas da altura do meu conhecimento, experiência, e de minha responsabilidade, venho apresentando, durante anos, através de inúmeros artigos, informações, e alertas.

2 - SOBRE O SISTEMA DE ELEITORAL NO BRASIL, URNAS ELETRÔNICAS, FRAUDE ELEITORAL EM 2022.

Para os interessados em se aprofundarem nessa questão, alguns desses meus artigos, esclarecem a realidade (obviamente, hoje disponho de maiores informações).

A NAÇÃO QUE ACEITOU UM GOLPE DE ESTADO SEM REAGIR

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=3442878766041478&id=100009581645507&mibextid=Nif5oz

O REI ESTÁ NÚ!

VOCÊS NÃO CONSEGUEM VER?

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=3618074611855225&id=100009581645507&mibextid=Nif5oz

AS URNAS ELETRÔNICAS FRAUDADAS

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AS PESQUISAS POLÍTICAS E AS VERDADES ABSOLUTAS

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A ILUSÃO DO "VOTO IMPRESSO" COM URNAS ELETRÔNICAS

https://www.facebook.com/100009581645507/posts/2919685855027441/

BRASIL: ONDE A FALTA DE INTELIGÊNCIA E A INCOMPREENSÃO DAS COISAS FAZEM O POVO SAIR DO NADA PARA CHEGAR A LUGAR NENHUM

https://www.facebook.com/100009581645507/posts/2929080780754615/

COMO REALIZAR ELEIÇÕES HONESTAS? O VOTO IMPRESSO GARANTE AS ELEIÇÕES? QUAL A SOLUÇÃO?

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