Advogados defendem urgência na aplicação da Lei da Dosimetria.
Sabemos
que o Congresso aprovou a Lei da Dosimetria para presos do 8 de janeiro, mas,
apesar de sua entrada em vigor, o ministro Alexandre de Moraes decidiu não
aplicar as novas regras até uma decisão do plenário do Supremo. De outro lado,
os advogados da associação de familiares defendem a plena validade da lei.
Lamentavelmente, com requintes de crueldade e hipocrisia, parlamentares do
PSOL, Rede, PDT, PT, PCdoB e PV operam para manter os seus irmãos na cadeia,
ignorando o que são a justiça, a proporcionalidade das penas e a urgente
necessidade de pacificação nacional.
A verdade está com grandes juristas e
mentes brilhantes do direito brasileiro — como o ministro Luiz Fux, o
ex-ministro Marco Aurélio Mello e o professor Ives Gandra Martins. Segundo
eles, é juridicamente impensável falar em golpe de Estado da maneira como o STF
impõe, ou seja, sem o uso de armas, sem liderança militar e sem coordenação institucional.
Os que agora rejeitam a anistia sabem que, no passado, militantes cometeram
crimes gravíssimos que resultaram no assassinato comprovado de pelo menos 120
pessoas em decorrência de atentados, assaltos a bancos, tiroteios e emboscadas
promovidos pelas organizações de guerrilha como a ALN, VPR, Var-Palmares e
PCdoB). Todos foram anistiados e boa parte deles voltou ao poder.
Se crimes de
sangue receberam o perdão em nome da pacificação, por que o rigor
desproporcional agora contra pais de família, idosos e trabalhadores, a maioria
sem antecedentes criminais? As injustiças de agora buscam apenas justificar
retroativamente a soltura ilegal de Lula. Inocentes continuam sendo perseguidos
por excessos judiciais, enquanto autoridades evitam restabelecer a verdade dos
fatos. No Brasil de agora, a justiça se transformou em instrumento de vingança
política e perseguição.
Vicente
Lino.


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