quinta-feira, 10 de setembro de 2026

 MORAES PERDE SEU PODER. FIM DO INQUÉRITO DAS FAKE NEWS. CAEM AS ALGEMAS DE UMA NAÇÃO QUE VIVEU SOB SUSPEITA PERMANENTE, INTERNADA NA MENTE DE UM LOUCO.





Fachin termina o inquérito das fake news.

 O Simão Bacamarte da toga perdeu o poder de agir de ofício e comandar uma mescla de KGB com Santo Ofício devassando a vida de todos e não mais poderá agir como um Robespierre dos trópicos.

A inserção de Mendonça no sombrio buraco negro no qual se abismava a democracia, mediante o qual mantinha todo o universo sob suspeição, foi a gota d'água para o começo de seu fim.

O caso universalizou a percepção, como esboçou Eduardo Bolsonaro, de que nunca se cuidou de verdadeira ameaça à democracia, mas de uma ferramenta persecutória pessoal pela qual ele podia retaliar os que julgava inimigos e esquartejar a liberdade.

Ele estendeu sobre o país a sombra de uma capitis deminutio (diminuição da capacidade jurídica) onde todos estavam sujeitos a terem seus direitos fundamentais cassados.

Calou parlamentares, suspendeu redes sociais, prendeu pessoas sem lhes dar acesso aos autos, que permaneciam em papel de forma totalmente desorganizada, podendo-se inserir ali documentos a posteriori, sucateando a ampla defesa.

Ele perdeu a noção dos limites, conduzindo uma fantasmagoria histérica sobre supostos golpes de Estado.

Sua conduta tenebrosa ainda terá muito por se apurar, como o período mais desgraçado que o Brasil conheceu na Era moderna.

 Não podemos nos contentar apenas com isso e simplesmente aceitar que existia a tentativa de um golpe pela direita, quando o que houve foi um golpe de Estado dado por eles mesmos, do STF, quando Moraes impediu que os auditores do Exército conectassem seus softwares às urnas, para verificar se o código-fonte entregue à equipe do IME para análise, era o mesmo que gerou o programa executável que estava nelas e tudo que aconteceu foi em reação. Parafraseando Churchill, não estamos no fim, não estamos sequer no começo do fim, mas estamos no fim do começo.

Felix Soibelman

Nenhum comentário:

Postar um comentário