terça-feira, 26 de maio de 2026

O ENCONTRO - PRIMEIRA IMPRESSÃO.





O encontro de Donald J. Trump e Flavio é extraordinário. Trump recebeu um candidato, o que nunca faz, e em meio a duas guerras, enquanto Lula, mesmo sendo um presidente, foi recebido com dificuldades, numa reunião marcada pela esterilidade inexpressiva.
Serviu para sacramentar perante Trump a aliança inerente a uma vocação inconcessível de um Brasil ocidental, pronto a reincorporar-se a sua constituição originária que foi esgarçada pelas forças da dissipação que dele se apoderaram.
Dá um recado bem forte para a jurisaristocracia brasileira de que existe uma civilização que não se quer deixar aniquilar e que eles, os ministros do STF, como juristas, deveriam defender, mas da qual vergonhosa e despudoradamente se desviaram, colocando o Brasil sob as sombras do totalitarismo eurasiano e de toda uma constelação repressora e manipuladora na Era orwelliana do controle de informação.
Conforme declarou Flavio na coletiva, a censura das redes sociais planejada pelo establishment foi mencionada na reunião; disse ainda que seu governo integrará o "Escudo das Américas", declarará o PCC e o CV como organizações terroristas e que tarifas não serão necessárias porque será um governo de aliados, que as questões das terras raras não serão um problema.
O encontro recoloca o Brasil na Estrada das liberdades e na posição certa, expressando a posição civilizacional correta. Por isso o Presidente Trump chamou Flavio, a saber, para ter o compromisso firmado daquilo que uma nova aurora reclama do Brasil. O encontro coloca assim o Brasil numa dimensão muito maior de reconstrução do Ocidente, o que sobrepassa de tal maneira a estatura do precário mapa-mundi de Brasília, que projeta essas eleições numa importância muito maior do que pode a nossa mediocridade doméstica tatear.
Que Deus abençoe o Brasil e os Estados Unidos e que possamos nos livrar do suplício que tem sido a supressão de nossos direitos durante sete anos por uma psicopatia institucional. Que um dia possamos olhar de novo um horizonte livre dessas manchas da injustiça.
Felix Soibelman


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