sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

 Exemplo de Minas: O Caminho   da  Responsabilidade Contra o   Abismo do Déficit.




 É motivo de aplauso e reconhecimento o desempenho fiscal de Minas Gerais nos últimos cinco anos. Enquanto o cenário nacional é marcado pelo descontrole, o estado mineiro demonstrou que a responsabilidade fiscal não é apenas um conceito técnico, mas um compromisso ético com o cidadão.

 Minas equilibrou as contas e saiu de um estado de insolvência para um modelo de previsibilidade e investimento. Enquanto Minas Gerais arruma a casa, o Governo Central segue em uma direção oposta e perigosa. O contraste é gritante e serve como um alerta urgente para o Brasil.

O atual governador de Minas, privilegiou a eficiência, o corte de gastos desnecessários e a busca pelo superávit gerando confiança para o investidor e garantindo que os salários dos servidores e os serviços básicos não sejam interrompidos. Enquanto isto, o governo federal insiste em gastos que superam a arrecadação e produz um rombo bilionário que alimenta a inflação, eleva os juros e afugenta o capital que gera empregos.

Aí, a irresponsabilidade cria uma ilusão de bonança através de subsídios e programas insustentáveis no longo prazo, utilizados apenas para enganar os pobres. Na realidade, os mais pobres são os primeiros a sofrer quando a conta chega via inflação, que corrói o poder de compra do salário mínimo. Nesta toada de irresponsabilidade o endividamento excessivo do governo federal, consome os recursos que deveriam ir para saúde e educação, apenas para pagar juros de uma dívida gerada pela má gestão.

 Lula e seus seguidores sabem que déficits persistentes são formas invisíveis de transferir renda dos mais pobres para o sistema financeiro. 

A responsabilidade fiscal é o único caminho para evitar a destruição do país e garantir que o governo sirva ao povo, e não aos seus próprios interesses de permanência no poder.

Vicente Lino.



 

 

 

 

 

 

 

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