Holocausto silencioso: o que três substâncias químicas têm a ensinar a Ana Elisa?
Vivemos um holocausto silencioso, um genocídio em massa: o
aborto, que o PT, partido da nossa mais nova deputada, apoia e tenta liberar.
Nos últimos dias, uma menina tem tomado as telas dos
smartphones. Com uma autoproclamada religiosidade marcada pela devoção católica
e com fortes laços culturais de tradições de matriz africana, Ana Elisa Santos
Silva (PT-MG), deputada federal eleita por Minas Gerais, foi elevada à nova
porta-voz da campanha presidencial do PT.
Além de já ter assumido que é favorável ao aborto, no último
final de semana, Ana Elisa postou nas redes sociais um vídeo em que tenta
associar a eleição de Flávio Bolsonaro à Presidência com a ascensão do nazismo
na Alemanha do século passado.
De caráter claramente progressista e impulsiva, sua tenra
idade talvez a esteja impedindo de enxergar alguns fatores que podem fazer com
que ela alcance uma conclusão diametralmente oposta à que ela chegou, e quem
irá ajudá-la nesse processo são três agentes químicos: o Zyklon B, o KCl e o
C₂₂H₃₈O₅.
A mais jovem negra eleita como deputada federal sabe que o
nazismo se caracterizou por uma perseguição e assassinato sistemático de cerca
de 6 milhões de judeus e de outras minorias, patrocinados pelo Partido
Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães de Adolf Hitler.
Valendo-se de eufemismos para disfarçar a natureza real de
seus crimes, o termo “Solução Final” foi empregado pelo partido para se referir
ao plano de aniquilação total dos judeus, e o uso do Zyklon B foi essencial
para o cumprimento desse objetivo, que teve como principal implementador da
prática o tenente-coronel da SS, Obersturmbannführer Otto Adolf Eichmann.
Com uma rápida volatilidade em ambientes fechados, ao ser
inalado, o Zyklon B entrava nos pulmões e alcançava a corrente sanguínea.
Diferentemente de uma simples falta de oxigênio, o íon cianeto bloqueava a
respiração celular e gerava um efeito assustador: a vítima continuava
respirando, o oxigênio circulava, mas o corpo não era capaz de utilizá-lo para
produzir energia.
Com a respiração celular bloqueada, o cérebro entrava em
colapso metabólico, gerando confusão, desorientação e perda de consciência. Os
primeiros momentos eram marcados por pânico, sensação de sufocamento e uma
intensa dor física.
Hoje, vivemos um outro holocausto, só que este é silencioso.
Tal como aquele promovido por Hitler, um verdadeiro assassinato em massa assola
nosso país, e o partido de nossa mais nova deputada não só o aprova como tenta,
a todo custo, promover sua liberação.
Assim como fizeram os nazistas, eles também se valem de um
eufemismo, denominando-o “direitos sexuais reprodutivos”, no intuito de tentar
suavizar e enganar as pessoas sobre a cruel realidade do aborto
Este assassinato é comumente realizado por meio de um éster
metílico (C₂₂H₃₈O₅) ou de um sal, o KCl, a depender da idade da vítima. Para os
mais jovens, o éster de nome comercial Misoprostol ou Cytotec promove
contrações uterinas que são comparáveis à força de um atropelamento de um
veículo a 80 km/h, expulsando o bebê do útero e levando-o à morte.
O cloreto de potássio (KCl), por sua vez, é injetado
diretamente no coração do bebezinho que já tinha idade gestacional capaz de lhe
garantir a sobrevivência fora do útero materno.
PT, PSOL e outros partidos de esquerda são favoráveis a este
assassinato em massa, um covarde aniquilamento que, de forma lenta e gradual,
queima quimicamente o bebê sem nenhuma anestesia, em um método que é totalmente
proibido de ser feito sem a sedação completa na eutanásia dos animais ou na
execução da pena de morte, nos países em que ela é aceita.
Para se ter uma vaga ideia da dor que o bebê sente ao
receber as várias injeções de cloreto de potássio, basta sabermos que a injeção
é dolorosíssima (equivalente a um infarto do miocárdio) e que a densidade de
terminações nervosas na pele de fetos e recém-nascidos é três vezes maior do
que a de um adulto. Para piorar, as vias de inibição da dor em um bebê ainda
são imaturas e só se desenvolvem após o nascimento.
Adeptos da tortura e do genocídio em massa, defensores do
controle estatal sobre as pessoas e sobre o mercado, portadores de uma
denominação partidária similar e com a mesma cor em suas bandeiras, cremos que,
se a jovem deputada efetuar uma sincera revisão de sua tese, forçosamente será
obrigada a concordar que o seu partido tem muito mais semelhanças com o nazismo
e suas crueldades do que qualquer outra agremiação política em nosso país.
Danilo de Almeida Martins.
Defensor Público Federal atuante no movimento pró-vida, integrante da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família.


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