Mário Kozel Filho – 18 Anos, Sentinela e Vítima Esquecida do Terror
O soldado Mário Kozel Filho, um jovem brasileiro de apenas 18
anos, foi brutalmente assassinado por terroristas da Vanguarda Popular
Revolucionária em um covarde atentado com carro-bomba no Quartel General do II
Exército, no Ibirapuera, São Paulo, na madrugada de 26 de junho de 1968.
Mário Kozel Filho, conhecido como “Kuka”, filho de Mário
Kozel e Therezinha Lana Kozel, havia sido convocado para o serviço militar
obrigatório. Há apenas seis meses vestia a farda e cumpria seu dever como
sentinela quando os terroristas lançaram o veículo carregado com dezenas de
quilos de dinamite contra o quartel. Ele não era um oficial de alta patente nem
um torturador: era um jovem comum, que deixou estudos e trabalho na fábrica do
pai para servir à Pátria. Merecia viver, voltar para casa, constituir família.
Em vez disso, teve o corpo despedaçado pela explosão.
O objetivo claro dos terroristas era que o carro-bomba adentrasse
o quartel para causar o maior número possível de mortes e destruição. A guarda
reagiu a tempo: disparos atingiram o veículo, que bateu na parede externa e não
conseguiu penetrar. Mário, em um gesto de bravura e cumprimento do dever,
aproximou-se para verificar o que havia dentro. Segundos depois, a carga
explodiu com força devastadora, espalhando destruição num raio de 300 metros.
Além de Mário, seis militares foram gravemente feridos
naquele ato de pura maldade terrorista:
- Coronel Eldesde Souza Guedes
- Soldados João Fernandes de Sousa, Luiz Roberto Juliano,
Edson Roberto Rufino, Henrique Chaicowski e Ricardo Charbeau
Esses homens sofreram ferimentos graves, alguns com sequelas
para o resto da vida, vítimas da mesma explosão covarde que dilacerou o corpo
de um jovem sentinela.
Quem eram os autores?
Não eram “militantes” românticos ou “lutadores pela
democracia”. Eram terroristas que integravam um grupo terrorista que se
autodenominava Vanguarda Popular Revolucionária. Eles assaltavam bancos para
financiar suas ações, sequestravam pessoas, praticavam atentados com bombas,
executavam prisioneiros e buscavam abertamente implantar no Brasil uma ditadura
do proletariado nos moldes cubano ou chinês — exatamente como vários deles
admitiram anos depois. “Luta armada” (terrorista) é mero eufemismo para
terrorismo: ações violentas contra civis, militares em serviço e instituições,
com o objetivo de derrubar o regime pela força e impor outro ainda mais
autoritário.
Esse atentado não foi um “excesso da resistência”. Foi um ato
de terrorismo puro, planejado para matar o maior número possível de soldados e
abalar a estrutura militar. Mário seus companheiros feridos pagaram com sangue
a ousadia desses criminosos.
Décadas depois, continua existindo uma assimetria vergonhosa
no debate público brasileiro: enquanto atrocidades de um lado são
sistematicamente infladas, transformadas em símbolos e ensinadas como narrativa
oficial, casos como o de Mário K. — e de tantas outras vítimas de atentados,
execuções sumárias e crueldades praticadas pelos grupos armados — são
minimizados, omitidos ou tratados como detalhes inconvenientes. Livros
didáticos, produções culturais e academia reproduzem, com raríssimas exceções,
uma única versão: heróis de um lado, vilões do outro. Isso não é história. É
propaganda ideológica consolidada por controle de universidades, MEC, mídia e
cinema.
Reconhecer a crueldade de ambos os lados não é
“revisionismo”. É justiça mínima com a memória das vítimas. Mário K Filho não
morreu por “luta armada”. Morreu por terrorismo. Seu nome merece ser lembrado
com a mesma força e honestidade que se cobra para todas as outras vítimas de um
período trágico da história brasileira — sem filtros, sem eufemismos e sem
má-fé.
o Kozel Filho – 18 Anos, Sentinela e Vítima Esquecida do
Terror
O soldado Mário Kozel Filho, um jovem brasileiro de apenas 18
anos, foi brutalmente assassinado por terroristas da Vanguarda Popular
Revolucionária em um covarde atentado com carro-bomba no Quartel General do II
Exército, no Ibirapuera, São Paulo, na madrugada de 26 de junho de 1968.
Mário Kozel Filho, conhecido como “Kuka”, filho de Mário
Kozel e Therezinha Lana Kozel, havia sido convocado para o serviço militar
obrigatório. Há apenas seis meses vestia a farda e cumpria seu dever como
sentinela quando os terroristas lançaram o veículo carregado com dezenas de
quilos de dinamite contra o quartel. Ele não era um oficial de alta patente nem
um torturador: era um jovem comum, que deixou estudos e trabalho na fábrica do
pai para servir à Pátria. Merecia viver, voltar para casa, constituir família.
Em vez disso, teve o corpo despedaçado pela explosão.
O objetivo claro dos terroristas era que o carro-bomba adentrasse
o quartel para causar o maior número possível de mortes e destruição. A guarda
reagiu a tempo: disparos atingiram o veículo, que bateu na parede externa e não
conseguiu penetrar. Mário, em um gesto de bravura e cumprimento do dever,
aproximou-se para verificar o que havia dentro. Segundos depois, a carga
explodiu com força devastadora, espalhando destruição num raio de 300 metros.
Além de Mário, seis militares foram gravemente feridos
naquele ato de pura maldade terrorista:
- Coronel Eldesde Souza Guedes
- Soldados João Fernandes de Sousa, Luiz Roberto Juliano,
Edson Roberto Rufino, Henrique Chaicowski e Ricardo Charbeau
Esses homens sofreram ferimentos graves, alguns com sequelas
para o resto da vida, vítimas da mesma explosão covarde que dilacerou o corpo
de um jovem sentinela.
Quem eram os autores?
Não eram “militantes” românticos ou “lutadores pela
democracia”. Eram terroristas que integravam um grupo terrorista que se
autodenominava Vanguarda Popular Revolucionária. Eles assaltavam bancos para
financiar suas ações, sequestravam pessoas, praticavam atentados com bombas,
executavam prisioneiros e buscavam abertamente implantar no Brasil uma ditadura
do proletariado nos moldes cubano ou chinês — exatamente como vários deles
admitiram anos depois. “Luta armada” (terrorista) é mero eufemismo para
terrorismo: ações violentas contra civis, militares em serviço e instituições,
com o objetivo de derrubar o regime pela força e impor outro ainda mais
autoritário.
Esse atentado não foi um “excesso da resistência”. Foi um ato
de terrorismo puro, planejado para matar o maior número possível de soldados e
abalar a estrutura militar. Mário seus companheiros feridos pagaram com sangue
a ousadia desses criminosos.
Décadas depois, continua existindo uma assimetria vergonhosa
no debate público brasileiro: enquanto atrocidades de um lado são
sistematicamente infladas, transformadas em símbolos e ensinadas como narrativa
oficial, casos como o de Mário K. — e de tantas outras vítimas de atentados,
execuções sumárias e crueldades praticadas pelos grupos armados — são
minimizados, omitidos ou tratados como detalhes inconvenientes. Livros
didáticos, produções culturais e academia reproduzem, com raríssimas exceções,
uma única versão: heróis de um lado, vilões do outro. Isso não é história. É
propaganda ideológica consolidada por controle de universidades, MEC, mídia e
cinema.
Reconhecer a crueldade de ambos os lados não é
“revisionismo”. É justiça mínima com a memória das vítimas. Mário K Filho não
morreu por “luta armada”. Morreu por terrorismo. Seu nome merece ser lembrado
com a mesma força e honestidade que se cobra para todas as outras vítimas de um
período trágico da história brasileira — sem filtros, sem eufemismos e sem
má-fé.

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