sábado, 11 de abril de 2026

 O Ilusionismo Financeiro e a irresponsabilidade com o futuro do país.



Na medida em que Lula cai nas pesquisas, o governo apresenta seu costumeiro espetáculo de ilusionismo financeiro, com um pacote de bondades eleitoreiras que chega a uma cifra estratosférica.

 É bondade que não acaba mais: no Bolsa Família, são 158,6 bilhões; no Programa Nova Indústria, 70 bilhões; na Reforma Casa Brasil, 40 bilhões; na desoneração do óleo diesel, 30 bilhões; no Minha Casa, Minha Vida, 24,8 bilhões; no Farmácia Popular, 6 bilhões; e no Gás do Povo, 4,7 bilhões.

 O total alcança a marca de 403,2 bilhões de reais.

 Como se sabe, a caridade oficial nada mais é do que o uso da máquina pública para comprar o amanhã com o dinheiro que o país não tem. É o triunfo do imediatismo eleitoreiro sobre qualquer vestígio de responsabilidade fiscal.

 O rombo nas contas públicas é o combustível que gera inflação, encarece o arroz e o feijão e afasta investimentos. Vivemos uma necrose administrativa onde o teto de gastos virou peça de ficção e a austeridade foi enterrada em nome de um projeto de poder. Além disso, essas "bondades" geram um ciclo vicioso de desestímulo ao trabalho. O Estado se torna o grande provedor assistencialista sem contrapartida, punindo quem gera riqueza para sustentar uma estrutura de dependência que só interessa a quem quer se manter no poder.

 Nossos impostos pagam a conta, enquanto instituições e parlamentares celebram a paralisia do país e a blindagem de erros. O preço dessa "generosidade" eleitoreira e irresponsável, cujo único objetivo é a manutenção do poder, será cobrado das gerações futuras com juros altíssimos e estagnação econômica. 

Gente que rifa o futuro do Brasil por um punhado de votos não merece confiança. É estelionato eleitoral pago com o nosso suor. Acorda, Brasil!!

  Vicente Lino

Nenhum comentário:

Postar um comentário