O Ilusionismo Financeiro e a irresponsabilidade com o futuro do país.
Na
medida em que Lula cai nas pesquisas, o governo apresenta seu costumeiro
espetáculo de ilusionismo financeiro, com um pacote de bondades eleitoreiras
que chega a uma cifra estratosférica.
É bondade que não acaba mais: no Bolsa
Família, são 158,6 bilhões; no Programa Nova Indústria, 70 bilhões; na Reforma
Casa Brasil, 40 bilhões; na desoneração do óleo diesel, 30 bilhões; no Minha
Casa, Minha Vida, 24,8 bilhões; no Farmácia Popular, 6 bilhões; e no Gás do
Povo, 4,7 bilhões.
O total alcança a marca de 403,2 bilhões de reais.
Como se
sabe, a caridade oficial nada mais é do que o uso da máquina pública para
comprar o amanhã com o dinheiro que o país não tem. É o triunfo do imediatismo
eleitoreiro sobre qualquer vestígio de responsabilidade fiscal.
O rombo nas
contas públicas é o combustível que gera inflação, encarece o arroz e o feijão
e afasta investimentos. Vivemos uma necrose administrativa onde o teto de
gastos virou peça de ficção e a austeridade foi enterrada em nome de um projeto
de poder. Além disso, essas "bondades" geram um ciclo vicioso de
desestímulo ao trabalho. O Estado se torna o grande provedor assistencialista
sem contrapartida, punindo quem gera riqueza para sustentar uma estrutura de
dependência que só interessa a quem quer se manter no poder.
Nossos impostos
pagam a conta, enquanto instituições e parlamentares celebram a paralisia do
país e a blindagem de erros. O preço dessa "generosidade" eleitoreira
e irresponsável, cujo único objetivo é a manutenção do poder, será cobrado das
gerações futuras com juros altíssimos e estagnação econômica.
Gente que rifa o
futuro do Brasil por um punhado de votos não merece confiança. É estelionato
eleitoral pago com o nosso suor. Acorda, Brasil!!

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