terça-feira, 9 de junho de 2026

 Uma religião terrena.

 Silas Feitosa.




A esquerda é um movimento internacional extremamente organizado. Seus adeptos nem sequer precisam se comunicar entre si, pois o movimento possui características de uma religião. Há uma uniformidade nas ideias, nas crenças e até nos sentimentos que essas convicções despertam neles — uma espécie de fervor religioso que encobre contradições inconciliáveis.

Um exemplo disso é o apoio que o movimento concede ao radicalismo autocrático do Irã, que massacra homossexuais e mulheres, dois grupos que a esquerda afirma defender. Essa contradição é percebida por pessoas que raciocinam de forma linear, o que não é o caso dos adeptos da esquerda, que pensam em outros termos.

Para eles, o maior inimigo são os valores transcendentais do cristianismo, que se opõem aos valores puramente terrenos defendidos pelo movimento. O povo judeu, por integrar o conjunto das promessas escatológicas bíblicas, é incluído nesse contexto e, por isso, torna-se igualmente alvo de aversão. Logo, quaisquer outros interesses do movimento que entrem em conflito com essa estratégia global são solenemente sacrificados em nome de um objetivo maior.

Essa rede global esquerdista possui uma organização extraordinária, que abrange desde simples militantes — geralmente usados como massa de manobra que mal compreende os objetivos centrais — até grupos de mídia, grandes organizações filantrópicas, corporações empresariais e forças políticas de alcance global. Essa dinâmica remete à visão que o diabo mostrou a Jesus no topo do monte: “Se me adorares, tudo isso que vês será teu”

Ou, como afirma outro texto bíblico: “O mundo jaz no maligno”. Por essa razão, todo líder que se opõe a essa gigantesca máquina de corrupção da alma é odiado. O próprio Jesus reconheceu a força avassaladora desse inimigo ao dizer que, “se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma carne se salvaria”.

Quando vejo líderes como Trump serem hostilizados por parte da opinião pública internacional, por ter a coragem de enfrentar esse sistema e chamá-lo pelo nome, compreendo que este é o único caminho para quem realmente decidiu não se curvar.

Silas Feitosa



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