Uma religião terrena.
Silas Feitosa.
Um exemplo disso é o apoio que o movimento concede ao
radicalismo autocrático do Irã, que massacra homossexuais e mulheres, dois
grupos que a esquerda afirma defender. Essa contradição é percebida por pessoas
que raciocinam de forma linear, o que não é o caso dos adeptos da esquerda, que
pensam em outros termos.
Para eles, o maior inimigo são os valores transcendentais do
cristianismo, que se opõem aos valores puramente terrenos defendidos pelo
movimento. O povo judeu, por integrar o conjunto das promessas escatológicas
bíblicas, é incluído nesse contexto e, por isso, torna-se igualmente alvo de
aversão. Logo, quaisquer outros interesses do movimento que entrem em conflito
com essa estratégia global são solenemente sacrificados em nome de um objetivo
maior.
Essa rede global esquerdista possui uma organização
extraordinária, que abrange desde simples militantes — geralmente usados como
massa de manobra que mal compreende os objetivos centrais — até grupos de
mídia, grandes organizações filantrópicas, corporações empresariais e forças
políticas de alcance global. Essa dinâmica remete à visão que o diabo mostrou a
Jesus no topo do monte: “Se me adorares, tudo isso que vês será teu”
Ou, como afirma outro texto bíblico: “O mundo jaz no
maligno”. Por essa razão, todo líder que se opõe a essa gigantesca máquina de
corrupção da alma é odiado. O próprio Jesus reconheceu a força avassaladora
desse inimigo ao dizer que, “se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma
carne se salvaria”.
Quando vejo líderes como Trump serem hostilizados por parte
da opinião pública internacional, por ter a coragem de enfrentar esse sistema e
chamá-lo pelo nome, compreendo que este é o único caminho para quem realmente
decidiu não se curvar.
Silas Feitosa


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